Consultor em Auditoria de Sistemas Críticos · Fundador da ALC
Anderson Chipak é fundador da ALC e conduz auditorias de risco e eficiência em sistemas críticos corporativos — o tipo de sistema onde uma falha custa milhões ou compromete compliance regulatório. Atua em setores com exposição direta a SOX, LGPD e ISO 27001 (financeiro, saúde, mineração, indústria, educação), transformando desperdício operacional e risco regulatório oculto em números concretos em R$ que conselho e investidor conseguem discutir.
Sua trajetória une formação acadêmica sólida — Análise de Sistemas pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), pós-graduação em Inteligência Artificial e Machine Learning, e MBA em Cibersegurança e Gestão de Riscos — a uma prática de engenharia em sistemas de grande escala. Entre os cases conduzidos ou diretamente envolvidos: integrações ERP Oracle Cloud com R$ 127k/ano de economia, dashboards financeiros 100% SOX-compliant para líder global em saúde, segregação de acesso aprovada sem ressalvas pela Ernst & Young em mineradora global, e integração ServiceNow/ITSM com zero chamados perdidos em multinacional industrial.
A filosofia por trás da ALC é simples: parecer sério se mede por prova, não por apresentação. Por isso o modelo comercial da firma é success fee — o cliente paga pelo valor que é efetivamente documentado, quantificado e aceito. Sem asterisco, sem "produtividade teórica", sem número inventado.
Universidade Federal do Paraná · UFPR
Especialização técnica aplicada
Gestão executiva de risco técnico
Os quatro princípios que orientam qualquer recomendação técnica minha — de um laudo de auditoria a uma decisão de arquitetura em retainer:
Documentar decisões, versionar mudanças e garantir rastreabilidade não são obstáculos — são práticas que diferenciam sistemas confiáveis de códigos descartáveis. Auditoria sem governança é opinião.
Se apenas uma pessoa entende o sistema, ele não é profissional — é bomba-relógio. O trabalho honesto produz código, documentação e processos que qualquer engenheiro competente pode manter amanhã.
Tecnologias da moda mudam a cada semestre. Sistemas críticos precisam funcionar por anos. Priorizo maturidade e estabilidade — e aponto no laudo quando o cliente está trocando confiabilidade por novidade.
Premissas explícitas, evidências rastreáveis, números contestáveis. Cliente tem acesso total ao raciocínio por trás de cada recomendação — e o direito de contestar com dados. Nada fica em caixa-preta.
Não recomendo projeto de desenvolvimento sem antes rodar a auditoria. Contratar execução às cegas é trocar risco do cliente por risco do fornecedor — ninguém ganha. O laudo quantifica o valor em jogo antes de qualquer linha de código.
O modelo comercial da ALC desalinha quem promete e alinha quem entrega. Só ganho integralmente se o cliente aceita formalmente o valor que documentamos. Isso muda a lógica de consultoria — de "vender horas" para "provar resultado".
Mantenho no máximo 3 clientes ativos de retainer simultaneamente. É o que garante atenção sênior real — nenhum fracional CTO ou auditoria minha é repassada a júnior. Você fala diretamente com quem conduz o trabalho.
A ALC é uma boutique com estrutura enxuta: eu conduzo a auditoria, colaboradores especializados entram sob demanda em execuções maiores. Sem pirâmide de consultores, sem "firm" imaginário. Quem contrata sabe exatamente quem está do outro lado.
Mantenho um projeto paralelo que reforça o hábito de entregar coisas úteis com rigor técnico:
Plataforma aberta com mais de 900 ferramentas técnicas gratuitas — calculadoras, conversores, validadores e geradores usados diariamente por desenvolvedores, analistas e profissionais técnicos no Brasil. Projeto autoral voltado à comunidade, sustentado por tráfego orgânico.
chipak.com.br60 minutos de diagnóstico gratuito. Começamos entendendo seu contexto e decidimos juntos se faz sentido avançar para auditoria paga — ou se o caso pede outra abordagem.